Colaboradores

A minha História

Este blog foi criado em setembro de 2007, aproximadamente um ano e meio após meus pais me resgatarem, quando eu tinha um ano, graças a denuncia do zelador do antigo prédio em que eu morava. A minha mãe não sabia como eu era ou estava, o que ela queria era acabar com o meu sofrimento, e meu pai a apoiou . Eu tinha muitos traumas, e a minha saúde estava péssima, mas com paciência, carinho e amor eles reverteram o cenário.

Quando tudo já estava “tranquilo” em nosso novo apartamento adaptado para mim, chegou a minha irmã Pantera Negra, que foi encontrada vagando pelas ruas com aproximadamente dois anos de idade, e tivemos que mudar mais uma vez. Suas condições de saúde também eram péssimas, mas também revertemos este quadro, e com o passar do tempo descobrimos que possuía duas doenças genéticas.

Além de conhecer estas histórias vocês terão outras trocas de experiência baseadas nas nossas vivências, as vezes boas, as vezes não, e informações sobre o mundo canino aqui. Boa leitura!

Maximiliano Neves Roig

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Carteirinha revogada

A minha carteirinha do Clube da Tração Patas 4X4 foi revogada, depois que o Alexandre, (21)9290-2085 (o telefone mudou para 9719-6347), criou sob encomenda um coleira com loop em seda (fibra), com argolas sem emendas e material todo profissional, acabou a minha carreira de 4x4. Não consigo mais rebocar nem a Mamãe e nem o Papai por Botafogo. Agora eles querem que ele faça uma halti especial pra minha irmã.

- Loop: peitoral modificado que gera desconforto quando tracionada a guia. Os peitorais em geral estimulam o cão a puxar, gerando o efeito cabo de guerra .
- Halti: Coleira de cabeça, quando o cão puxa a guia a cabeça vira automaticamente fazendo-o parar sem machucar, ao ser tracionada regula a abertura da boca do cão.
Referência: ROSSI, Alexandre. Adestramento Inteligente. CMS Editora, 13 ed., São Paulo, 2006.

POR FAVOR, MAMÃE, PARE DE LER ESTES LIVROS E VER ESTES PROGRAMAS,
QUER DIZER, NÃO SEI... CONTINUE... ACHO ATÉ QUE EU ESTOU GOSTANDO DE SER ENTENDIDO COMO CÃO E A MINHA IRMÃ TAMBÉM

domingo, 28 de setembro de 2008

Polêmica na família




Meus Avós maternos e o meu Tio acham que a minha irmã deve ter o seu próprio blog, mas não sei, a nossa comunidade é muito exigente... uma teclada errada e ela pode queimar toda a classe canina na rede.










sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Mais um programa que a Mamãe tá "se ligando"

"O Encantador de Cães, esta série acompanha o especialista em comportamento animal, César Millan, e mostra como ele trabalha com os animais e seus donos. O Sr. Millan descreve seu trabalho como "reabilitação de cães" e ensina os donos a procurar um equilíbrio no relacionamento com seus animais." Canal: Animal Planet - Sábado 20h, Domingo 22h.


quinta-feira, 25 de setembro de 2008

A jiripoca num vai piar, já tá piando por aqui

Tá todo mundo sendo adestrado: eu, a minha irmã Pantera e principalmente a Mamãe. Acabaram-se as mordomias de todos, e olha que começamos ontem! Só o Papai se livrou, porque tá viajando a trabalho, mas ele chega essa semana e acaba a molezinha dele tb.


A professora Teca num brinca em serviço e botou logo a Mamãe em observação e pra estudar. Entre eu e a minha irmã eu sou o mais contaminado, afinal, tenho mais tempo de matilha/família, né? Mamãe já tá mudando até o meu peitoral, ela encomendou um chamado “peitoral americano”, próprio pra galerinha do clube tração 4X4 nas patas que eu sou sócio, e com um material que não danifica a minha pelagem.

Até a Tia Tati tá sendo adestrada, veio as aulas e tb entrou na dança, digo, linha, quem se deu bem foi a Tia Barbara que não chegou a tempo.


jurupoca. [Do tupi vu'ru, 'boca', + 'poka, ger. de pog 'arrebentar'.] S.f. Bras. Peixe teleósteo, siluriforme, da família dos pimelodídeos (Hemisorubin platyrhynchos (Val.)), com ampla distribuição no Brasil, de coloração geral escura, com manchas amareladas, comprimento de até 45 cm, boca com prognatismo acentuado, e cabeça pequena em relação ao corpo. [Var.: jerupoca, jiripoca; sin. Jurupensém.] in Novo Dicionário da Língua Portuguesa - Aurélio Buarque de Holanda Ferreira.

domingo, 21 de setembro de 2008

Homenagem ao país natal do meu Pai

Argentina, Buenos Aires de los Perros
Colaboração: Ana

O bicho pegou pra mim e pra minha irmã

A Mamãe já contratou uma adestradora comportamentalista e começa quarta-feira com a minha irmã ! Ferrou, depois eu vou entrar na dança tb!!!

sábado, 20 de setembro de 2008

Eu e minha irmã estamos perdidos... humpf

Antes a Mamãe assistia e comentava com o Papai sobre os programas, mas agora ela decidiu que seremos educadeeeeeeeeeeeeeeeeerimos e vai colocar em pratica comigo e com a minha irmã.

POR FAVOR, Mamãe fique apenas nos brinquedos de pelucia que nós dois amamos.



Ou eu ou o cachorro”, a adestradora Victoria Stilwell ensina como recuperar cachorros desobedientes, agressivos, hiperativos ou com qualquer outro problema de comportamento. Canal GNT - Ter. 21h, Qua. 5h30min, Sáb. 19h, Dom. 7h30min.



Victoria Stilwell
Victoria is one of the world's most recognized and respected dog trainers. By serving as a judge in CBS's 'Greatest American Dog' and as the host of the international smash-hit TV show "It's Me or the Dog" (airing in the US on Animal Planet), Victoria has been able to share her insight and passion for positive, reward-based dog training with an ever-broadening audience. Central to her philosophy is the idea that to communicate effectively with your dog, you must learn to Think Dog. Here you can find out more about Victoria, her training methods, and her best-selling books - 'It's Me or the Dog: How to Have the Perfect Pet,' and 'Fat Dog Slim: How to Have a Healthy, Happy Pet,' published by Harper Collins and Hyperion.

Merda é merda, né?



A minha Mãe não se cansa, sempre que a turma da Comlurb do setor Parques e Jardins aparece (quando aparece) na praça que a gente frequenta na Praia de Botafogo, em frente ao Mourisco, ela toca sempre no mesmo assunto: "- O moço(a) manda o seu prefeito colocar umas placas aqui no parque mandando as pessoas pegarem o cocô dos seus cachorros, eu tenho cachorro e pego e a minha mão nunca quebra!", quem sabe um dia eles escutam a Mamãe. Bom, hoje não foi diferente.

Vamos combinar, nem cachorro gosta de pisar em merda!


AAAARG

sábado, 13 de setembro de 2008

Visitas a minha irmã


Ontem meus Pais visitaram Minha Irmã, e hoje minha Mãe foi com o Tio Libonati para ele fazer uma geral nela, ele achou ela linda. Legal, né?

Mas eu já estou com um pouquinho de ciúmes da minha Irmã, mesmo estando separado dela, pois sempre que a Mamãe chega com o cheiro da minha Irmã, eu a recebo na porta, cheiro, cheiro, cheiro, cheiro, mas não a beijo de imediato, como eu fazia antes, só depois que ela tira a roupa e toma banho que eu a beijo.

O Tio Libonati já avisou pra Mamãe que na hora de nos unir o irmão dele, o Tio Márcio, que é terapeuta de animais, deve nos acompanhar, mas a Mamãe já havia comentado com o Papai sobre isto.

comportamento animal

Fonte: Promove Saúde Animalhttp://ligiafascioni.files.wordpress.com/2007/05/dogwalk_25_inches.jpg

Muitos donos de cachorro não entendem porque seu animal de estimação tem certos comportamentos. Uns reclamam que os cães latem demais, enquanto outros não sabem porque os bichinhos não obedecem a uma ordem ou urinam no lugar errado.

Segundo o médico veterinário Dr. Márcio Esteves, especialista em Comportamento Animal, da clínica Promove Saúde Animal, o comportamento de um cachorro está diretamente ligado ao comportamento do seu dono. “Algumas atitudes inapropriadas do dono refletem diretamente no animal, fazendo com que o cão haja de acordo com o seu responsável. Essas atitudes descaracterizam o animal no seu comportamento natural. Às vezes por excesso de mimos e por negligência”, explica.

Para tentar solucionar esse problema, que não será resolvido com um adestramento do cão, foi criado um estudo do comportamento animal, que nada mais é do que uma psicologia canina. Porém, o dono do cachorro que é “adestrado”, para que possa entender melhor o seu mascote.

A consulta se resume em três etapas e dura em média 1h30. Em um primeiro momento, o cliente fala sobre seu comportamento e estilo de vida. Essa é a etapa crucial onde o médico veterinário identifica, através de uma programação neurolingüística, o mapa psicológico e emotivo do dono.

Em uma segunda etapa, o Dr. Márcio Esteves faz o diagnóstico dos problemas de relacionamento entre o cachorro e seus donos. “Nesta fase, fazemos uma análise do cliente. Falamos sobre suas atitudes e psicológico”, explica. “Isso acaba sendo uma terapia para a pessoa, porque ela reflete sobre seu comportamento e tenta melhorar seus pontos fracos para se relacionar melhor com seu cachorro e até mesmo no seu dia-a-dia”, completa o médico veterinário.

Na terceira fase da consulta, o veterinário faz um estudo do comportamento animal na natureza, adaptando o cão para a vida doméstica. Essa etapa é chamada de Etologia e serve como um caminho para que o dono aprenda a entender os sinais que o cachorro dá. Assim, melhorando o relacionamento homem x animal.

Segundo o Dr. Márcio Esteves, depois da consulta, muitos donos passam a entender mais seus cães e ambos mudam seu comportamento. “Mas alguns clientes não voltam para contar as mudanças, com medo de ouvir sobre seus defeitos novamente”, finaliza.




Fonte projeto pro-animal

Existe uma certa etiqueta entre cães. Cães saudáveis psiquicamente que nunca foram maltratados e foram criados com responsabilidade, obedecem esta etiqueta. Cães que foram criados no fundo do quintal sem a escolha certa dos pais, podem reagir de formas diferentes.

Se já tem um cão em casa, pode-se trazer um filhote. Cães com um bom comportamento jamais mordem filhotes. Os filhotes de até três ou quatro meses de idade têm um cheiro que sinaliza aos adultos "Deixem em paz esse nenê!" Juntar uma fêmea a um macho ou vice-versa normalmente não é complicado.

Juntar dois machos adultos ou duas fêmeas adultas pode exigir muita paciência, principalmente se o primeiro cão vive há muito tempo como o único na família. Geralmente apresentamos os cães uns aos outros num terreno neutro, onde nenhum dos dois deixou sua marca de urina antes (Estas marcas de urina podem transmitir muita força para o dono das marcas, mais do que uma torcida no futebol!). Inicialmente podemos deixá-los na guia, sem puxar. Se tudo parecer pacífico e não houver tráfego ou outros perigos por perto, podemos soltá-los. Deixamos os cães se apresentarem sem nossa interferência. Podemos caminhar um pouco.

O encontro de dois machos adultos segue um certo ritual. Se nenhum dos dois se acha mais fraco, eles vão se mostrar a "carteira de identidade", isto significa: levantar o rabo e deixar o outro cheirar. Às vezes os dois levantam o pêlo da nuca, começam a rosnar, mostram os dentes, andam bem devagar um ao redor do outro e, de repente, os dois rolam pelo chão com muito barulho. Na presença de um responsável a batalha barulhenta geralmente se prolonga, às vezes resultando em arranhões ou machucadinhos pouco graves.

Se um dos dois descobre que ele é mais fraco, ele se deita de costas e mostra sua garganta para o outro. O vencedor não pode morder mais!!! Isto é uma lei do instinto. Somente cachorros com probemas instintivos, malcriados, mordem num momento desses, ou então se um dos responsáveis perde o controle!!! Triste é a situação nas rinhas, onde os cães têm a obrigação de continuar a briga.

No caso de uma briga caseira, não adianta bater ou gritar. Se for possível, jogue um balde de água em cima dos guerreiros. Melhor é pegar os rabos deles (mais uma razão para deixar o rabo do filhote no seu lugar!) e puxar os animais para fora da batalha. Puxar somente um dos cães para fora, seria um sinal para o adversário de que o pobre puxado está fugindo. Um pecado mortal! Um cão "fugindo" vira presa de todos os outros que irão acabar com ele.

Briga - qual a finalidade?

Os lobos precisam de uma hierarquia muito rígida para sobreviver. Por isso os cães reconhecem somente seres vivos mais fortes ou mais fracos, não aceitam nada no seu próprio grau hierárquico. Cães não aceitam democracia, eles sabem somente obedecer ou mandar. Para definir quem fica em qual grau, eles brigam. Pode ser que, depois de uma briga, os poderes se definam. Mas se os cães ficarem mais ou menos com os mesmos poderes, a briga irá se repetir inúmeras vezes. Não importa somente a força física, como também a força psicológica. Um cãozinho de uma palma de mão pode dominar um cão de 70 kg.

Cães e gatos
Cães e gatos "falam línguas diferentes". Exemplo: O inocente ronrom do gato pode ser interpretado por um cão como um sinal de que o gato está rosnando. Cães e gatos podem aprender "línguas estrangeiras". Quanto mais cedo, mais fácil será. Felinos e caninos, criados juntos quando filhotes, quase nunca apresentam problemas no convívio. Animais velhos também podem pelo menos aprender a viver em paz. Entrou um Dogue Alemão bem velho em nossa casa onde viviam muitos gatos. No primeiro dia, quando ninguém observava, ele pegou um dos gatos e o feriu gravemente. Sacudi o assassino pela nuca e o xinguei para valer, nada mais. Dali para frente, os gatos passaram a brincar em frente à casinha dele. Não podemos chamá-los diretamente de amigos, mas os felinos não correm mais o risco de ser devorados.


Fonte: Vida & Arte
Levar uma “vida de cachorro” não é mais sinônimo de sofrimento. Pelo menos não para os cães. Isso porque a cada dia eles ganham mais mordomias e conforto. Além de uma infinidade de modelos em roupas, assessórios e brinquedos, os cuidados vão desde o tradicional banho e tosa, higiene bucal e patacuri (manicure para cães) à homeopatia, acupuntura, massagem, banho de ofurô, florais de Bach e fisioterapia (com direito a esteira, piscina e outras atividades). Essa última, em alguns casos, substitui uma intervenção cirúrgica e proporciona resultados mais rápidos na reabilitação. Junto com os tratamentos, os profissionais também ganham cada vez mais espaço. Se antigamente adestradores e veterinários eram os únicos a dar aquela atenção especial para os queridos bichinhos, hoje os cuidados incluem psicólogos, acupunturistas, fisioterapeutas e homeopatas. Tudo para garantir a beleza e tranqüilidade emocional do cãozinho. Os tratamentos que ajudam a acalmar os ânimos caninos, entre eles o banho de ofurô, já podem ser encontrados em pet shops de Rio Preto. As terapias são indicadas a todos os bichinhos, e ajudam em problemas como incontinência urinária, indisciplina, latidos excessivos, agressividade, possessividade e mania de destruição.

De acordo com Cláudia Pizzolatto, as doenças psicológicas ou que alteram o comportamento dos cães são cada vez mais comuns e podem ser desencadeadas com influência da família a qual pertence, principalmente se os cães ficarem muito tempo sozinhos. Doenças como estresse, ataque de ansiedade, compulsividade, violência e hiperatividade são cada vez mais comuns. “Assim como todo humano os cães também têm sentimentos. Eles ficam tristes, alegres, irritados e em alguns casos são agressivos e até depressivos. Essa alteração de comportamento pode ser percebida pela própria família porque os cães começam a se lamber demais, coçar, destruir coisas em casa, chorar e latir demasiadamente”, alerta a terapeuta canina. Mas o tratamento psicológico para eles está longe de passar pelo divã. “O terapeuta vai à casa do dono, observa o comportamento do animal e depois sugere mudanças no dia-a-dia da família para ajudar no tratamento. Criamos uma forma de comunicação entre a família e o cão com inserção de alguns brinquedos”, explica. A profissão de terapeuta de animais, ainda não é regulamentada no Brasil, é uma das que ganha cada vez mais espaço no leque de serviços para pets.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Enxoval da minha irmã

A medalha de identificação com as letras cor de rosa e coleira de nylon combinando já foi encomendada, a Mamãe falou que vai ter patinhas igual a minha.

Os nossos Pais também já encomendaram o suporte de comedouro e bebedouro com altura regulavel, pois ela não deve comer abaixada que faz mal, um peitoral e guia cor de rosa, e um pneu gigante pra brincar.

Mas eles estão tendo problemas com a cama! A maior cama que tem na petshop que agente vai é de um metro, ai eles estão pensando em comprar um colchonete de gente mesmo. NOSSA, ELA É GRANDE MEXXXXXMO!!!
http://www.pickorruchos.com.br/Imagens/Guias/Guias/colchonete_p.jpg

A familia cresceu...







...Agora eu tenho uma irmã!

Os meu Pais adotaram a Pantera Negra, que tem aproximadamente um aninho e é uma dinamarqueza preta com uma mancha branca no peito.

A Tia Tati, que agora é a Madrinha da minha irmã, a encontrou zanzando pelas ruas, subnutrida e com doença de carrapato, mas agora ela já está bem, e formaremos uma bela familia.

Amanhã os meus Pais vão conhecer a minha irmã mais nova junto com a Tia Tati, lá no Hotel onde ela está hospedada. Por enquanto ela vai ficar morando lá, até ser vacinada, castrada e os nossos Pais comprarem uma apartamento maior, pois vamos precisar de mais espaço. Mas já será providenciado o plano de saúde, a plaquinha com nome e telefone e tudo o mais que uma Neves Roig deve ter, e a Dinda dela vai ficar cuidando da burocracia do hotel.



Dogue Alemão

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre


O
Dogue Alemão, também conhecido como Dinamarquês, como "Grand Danois" e como Grande ou Gigante Dinamarquês, é uma raça canina que pertence à categoria dos molossóides, tendo sido criado para a caça ao javali. Hoje em dia é comumente criado para a guarda e a companhia.

Aparência e caráter

O dogue alemão é uma das maiores raças de cães do mundo, não sendo a maior, visto que o Irish Wolfhound pode ser ainda mais alto, apesar de ser bastante comum que os dogues ultrapassem a altura prevista no padrão. Tem um aspecto imponente, majestoso e elegante, o que dá à sua aparência um aspecto nobre. Seu temperamento é amigável. É um cão que esbanja amor e afeto com seus donos, especialmente com crianças, mostrando-se, contudo, reservado com estranhos. Se ele é submetido a condições de perigo, mostra-se corajoso e não teme ataques.

É um cão que, fisicamente, cresce rápido. Aos doze meses pode já ter alcançado o seu tamanho definitivo, porém, só estará completamente maduro por volta dos vinte e quatro meses. Por este motivo, não se deve esperar do dogue alemão um comportamento adulto antes deste tempo.

Cabeça: Imponente e expressiva, com um stop fortemente marcado. O focinho é preto (exceto no arlequim), os lábios são volumosos. O focinho, da ponta do nariz ao stop, deve ser, na medida do possível, da mesma extensão que a parte posterior da cabeça (topo), e devem ser paralelos.

Olhos: De tamanho médio, redondos, escuros, expressivos e com grandes cílios.

Orelhas: Apresentam inserção alta e bom tamanho. A amputação estéticas das orelhas foi proibida no Brasil em 2008.

Nariz: É largo e preto (exceto no arlequim), mantendo a linha reta da cana nasal.

Dentes: A dentição deve ser completa, com mordedura em tesoura.

Pescoço: Forte, bem musculado.

Corpo: Apresenta-se quadrado em relação à altura e bastante musculado; tórax à altura do cotovelo; ventre esgalgado. Tem boa garupa, sendo levemente afundada, formando uma linha contínua com a raiz da cauda.

Membros: Devem ser fortes, com boa musculatura, sendo que os anteriores devem ser retos até os pés. Os pés devem ser arredondados, com dedos curtos e fechados. Os posteriores tem boa angulação e são paralelos quando vistos de trás.

Cauda: É de tamanho médio, não ultrapassando os jarretes, com inserção larga e alta, afinando na ponta.

Pelagem: É curta e espessa, e com brilho.

Cores

As cores do Dogue Alemão formam três grupos, chamados de variedades, e os cruzamentos só podem ocorrer dentro de cada variedade. São elas:

  • Dourado e tigrado
  • Azuis e pretos de azul
  • Arlequins e pretos de arlequim


Dourado: cor castanho dourado-claro ao castanho dourado-escuro, podendo ter ou não o focinho (máscara) preto, sendo esta uma característica desejável.

Tigrado: cor de fundo indo do castanho dourado-claro ao castanho dourado-escuro, com faixas pretas bem definidas. Também pode ter a máscara negra.

Azul: cor azul-aço, sem qualquer sinal de outra cor. Podem ter os olhos mais claros.

Preto: cor preta brilhante. Pode ter mancha branca no peito, dedos e ponta da cauda.

Arlequim: cor de fundo branco, com manchas pretas irregulares. Pequenas manchas cinzas ou amarronzadas são toleradas.

Mantado (boston): preto com o focinho, o pescoço, linha sobre a cabeça que liga o focinho ao pescoço, o peito, o ventre, as patas e a extremidade da cauda brancos. O mantado é, na verdade, uma variação do preto.

Merle (não reconhecida oficialmente): A pelagem tem o fundo cinza e manchas pretas. Esta cor não é reconhecida pela FCI, sendo considerada um falta eliminatória.

Os cruzamentos entre cães de variedades diferentes, incluido os dois tipos de preto, podem gerar cães de cores não reconhecidas.

Temperamento

O adulto é normalmente calmo, sendo muito amistoso com os conhecidos, porém desconfiado e por vezes agressivo para com os estranhos. Como foi também usado como cão boiadeiro no passado, é usado como cão de guarda com sucesso, protegendo os donos. Em casos de desvio de temperamento, podem ser demasiadamente medrosos.

Saúde

O estômago do Dogue Alemão é longo e sujeito à torção gástrica, que é uma das principais causas de morte da raça. É preferível evitar deixar grandes porções de comida à disposição do cão, as refeições devem ser moderadas e em horários determinados.

Pelo seu grande porte, é recomendado deixar ração e água em vasilhames na altura do pescoço do animal, para evitar problemas de postura e deformação das pernas dianteiras. A água deve ser trocada com freqüência devido à salivação excessiva.

Unhas excessivamente grandes podem provocar feridas nos dedos, o que deve ser observado para evitar infecções. É natural que o próprio animal procure lixá-las em pisos de concreto ou outras superfícies. O piso ideal para cães de grande porte é áspero, de forma que eles não escorreguem ou tenham que modificar a postura para se equilibrar, nesse caso causando o espalmamento das patas. Pisos ásperos também favorecem o desgaste natural das unhas, porém na cama ou local de descanso deve haver um pano ou superfície macia, para evitar a formação de calos, principalmente nos cotovelos, joelhos e quadril.

Os problemas ósseos podem ocorrer devido ao seu crescimento extremamente rápido, portanto é importante acompanhar cuidadosamente esse período, e em caso de suspeita de algum desvio de conformação ou de aprumo, procurar orientação de um veterinário.

Curiosidades

O famoso Scooby-Doo da Hanna-Barbera é um Dogue Alemão, mas curiosamente, não existem exemplares de Dogue Alemão com as cores do Scooby Doo, ou seja, castanho com manchas pretas.

Atualmente o maior cão do mundo, segundo o Livro Guinness dos Recordes, é um dogue alemão arlequim de nome Gibson, que tem 107 centímetros na altura da cernelha.



DOGUE ALEMÃO

Fonte: Saúde Animal

Aos cães de grande tamanho costumam ser achatados e um tanto maciços; não é assim o dogue alemão, pois ainda que seja um gigante da espécie canina, possui uma atrativa esbeltez e enorme agilidade.

As opiniões a respeito das suas origens tampouco coincidem. O seu próprio nome varia de país a país: os italianos, espanhóis e ingleses, por exemplo, o chamam de dinamarquês ou grande dinamarquês, mas realmente não é originário da Dinamarca. Hoje, é conhecido oficialmente como dogue alemão, na França como "dogue allemand", na Alemanha como "Deutsche Dogge"; esta referência comum a uma origem alemã parece exata. Segundo a tese mais aceitável o dogue alemão foi obtido pelos alemães mediante o cruzamento do mastim como o lebrel.

Como no caso dos lebréis que se haviam estendido pelo Mediterrâneo, e portanto na Gália por obra dos mercadores fenícios, alguns mastins provenientes da Assíria e da Índia haveriam chegado a Europa também graças aos fenícios. Cegados à França e à Ingleterra, estes mastins se difundiram também no Norte da Alemanha, gerando o Canis familiares decumanus, que seria o progenitor do dogue alemão, cujos descendentes medievais deveriam buscar-se no saupacker alemão.

Outra hipótese sustenta a origem asiática dos mastins europeus, que chegaram seguindo o povo escita dos alamos, que os empregava para caça e a defesa. Ao chegar à Alemanha, estes mastins foram refinados com o cruzamento com lebréis, obtendo-se um cão robusto, de grande tamanho, mas ao mesmo tempo veloz e elegante. Segundo outros, também o pointer teria contribuído para a formação do moderno dogue alemão.

Mégnin, finalmente, sustenta que os grandes cães chegados com os dogues produziram, através de cruzamentos múltiplos, tanto o dogue alemão como o dogue de bordeaux e outras raças de distinta nacionalidade, todas de grande tamanho.

Mas além das fronteiras alemãs, também se conhece o dogue alemão de hoje, como um dos cães de guarda e defesa mais apreciados. Na Inglaterra, na França e nos Estados Unidos e outros países tem surgido criadores especializados que, igual aos alemães, produzem exemplares de grande mérito.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Minha primeira viagem... minha primeira depressão pós-férias

NOSSA, foi maravilhoso, incrivel, espetacular... descobri que existe um mundo além de Botafogo e Copacabana. Ah, sim... é claro... esqueci de falar que eu fui para um hotel fazenda com o meus Pais em Friburgo, aqui na região serrana do estado do Rio. Aprontei todas: senti muitos cheiros bons e novos, descobri coisas, corri muito, pulei, fugi, briguei com cachorro da terra, me meti nos matos, deixei a Mamãe com o coração na boca e o Papai com os bofes pra fora, fui fotografado por um bocado de gente que eu nunca tinha visto, embaracei meus pelos até ficar com nó, FOI O MÁXIMO!!! EU QUERO MAIS, MUITO MAIS!!!
Curtindo a queda d'água


Admirando o russo que desce pela serra

Pegando um solzinho gostoso



Xeretando tudo

Fazendo novos amigos

Momento Família: Papai, Mamãe e Eu

Bom, também é verdade que tudo acabou e eu tive que voltar pra casa e pra minha rotina de cachorro Zona Sul... BUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA O CALÇADÃO É PEQUENO DEMAIS PARA MIM, EU QUERO CORRER LIVRE PELA NATUREZA, SEM POLUIÇÃO, BARULHO, GENTE CHATA, CARROS, E ESGOTOS ENTUPIDOS... BUUUUUUUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA... ops, hum, mas lá não tem damasco seco, né? Ai, oh... mundo cruel... humpf...
Minha primeira depressão pós-férias

terça-feira, 26 de agosto de 2008

WC

WC CÃOHum... como vai ser nas viagens?

domingo, 24 de agosto de 2008

Enxoval de viagem em andamento

http://www.veludo.net/site/imagens/dogincar.jpg
Ontem a mamãe me levou pra colocar o microchip. Foi super simples, e nem tá me incomodando. A médica veterinária explicou pra gente que aqui no Brasil é colocado no alto da cernelha, para diferenciar da Europa, por exemplo, legal, né?

Já encomendamos o cinto de segurança pra mim, de acordo com o meu peso, que se usa preso no cinto do carro, e uma guia longa de sete metro, de algodão bem levinha, para que eu possa correr e brincar livremente, mas em segurança sem me perder dos meus Pais, pois estarei muito longe da minha casa. Agora só falta encomendar a minha caixa de transporte. Ela tem que ser do tipo Kennel, pois é a indicada pelas empresas aéreas, e não pode passar de 94cmC X 64cmL X 61cmA.

Guia longa A imagem “http://www.murano.com.br/hp/arquivos/produtos/listag4626.jpg” contém erros e não pode ser exibida.Cinto de segurança

Semana que vem irei para um hotel fazenda fazer um "teste" com os novos equipamentos.

A Mamãe e o Papai estão super tristes porque eu não posso ir na cabine do avião com eles, pois peso mais que 10kg... humpf

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Perto do coração e dos olhos

Hum... é... acho que eu vou ganhar um microchip antes da viagem...

Identificação por microchip

Fonte: Vida de Cão

Todo animal de estimação deve possuir uma identificação e existem várias maneiras de se fazer isso. A começar pelas simples e eficazes plaquinhas penduradas na coleira com o nome e telefone do dono, até métodos mais modernos como o uso de microchips. Se você não quer perder seu amigão, mantenha-o 24hs por dia identificado.

A identificação de animais através de microchip é um método bastante seguro, aplicável à maioria das espécies, como cães, gatos, cavalos, touros e vacas, aves, répteis e animais exóticos. Porém, muitas pessoas se confundem quanto ao uso de microchip, julgando ser possível a localização do animal através de radar, ou que o dispositivo carregue todas as informações do animal como nome, endereço etc..


transponder

leitor

Na verdade, o transponder é uma minúscula cápsula implantada sob a pele do animal, de forma indolor, através de um procedimento tão simples quanto o da vacinação. O transponder carrega em seu interior um microchip. Cada microchip possui um número que é possíivel ser identificado através de um aparelho leitor manual. Assim, quando o microchip é implantado, estamos conferindo ao animal um "RG eletrônico" que não poderá ser adulterado. O número do microchip fica registrado em uma central com todas as informações necessárias sobre o animal.

Em alguns países como a Espanha, o uso do microchip é obrigatório em cães. Isso permite a fácil e rápida localização de animais perdidos ou roubados, uma vez que todas as clínicas veterinárias possuem o leitor para microchip. No Brasil, o uso do microchip é obrigatório em algumas espécies exóticas, como os ferrets. Isso permite o controle sobre o número de animais importados e a identificação de animais que foram comercializados de forma ilegal. O Centro de Zoonoses de SP já implanta microchips em animais de grande porte (cavalos e vacas) capturados e posteriormente doados. Caso esse animal apareça perdido novamente nas ruas, será mais fácil devolvê-lo ao dono.

O uso do microchip se amplia a cada dia. Não há registros de qualquer malefício que o dispositivo venha a trazer ao animal a longo prazo. Após a implantação, normalmente atrás do pescoço, o organismo se incumbe de encapsular o microchip, onde ele permanece por toda a vida do animal.


Silvia C. Parisi
médica veterinária - (CRMV SP 5532)


O que são aqueles microchips colocados em cachorros?
Fonte: HowStuffWorks

Como as etiquetas de coleiras são facilmente perdidas ou removidas, por muitos anos os donos de animais de estimação e criadores de animais utilizaram tatuagens como uma forma mais permanente e segura de identificar animais de estimação. Infelizmente, o uso de tatuagens não é um método infalível. Digamos, por exemplo, que seu cachorro tenha se perdido. Alguém o encontra e o leva para um abrigo de animais. Após a chegada, ele está desorientado e possivelmente amedrontado. A funcionária do abrigo rapidamente nota o anel de metal torcido pendendo da coleira onde a etiqueta de identificação costumava ficar. Quando ela tenta verificar se o cão tem uma tatuagem, ele rosna e se contorce. Seu pêlo está embaraçado e a funcionária não vê a pequena série de números localizada próxima de sua pata traseira direita. Como esse não é um cenário incomum, as pessoas vêm tentado descobrir outros sistemas de identificação. Os microchips são um dos sistemas mais modernos e populares.

Similares aos códigos de barra e fitas magnéticas, os microchips são uma forma de tecnologia de identificação automática. Geralmente, esses microchips são usados para armazenar e transmitir informações especificamente relacionadas a alguma coisa ou a alguém. Eles podem ser implantados, tanto por meio de injeção ou de procedimento cirúrgico, temporariamente inseridos ou simplesmente anexados a um objeto. Como usam sinais de radiofreqüência para retransmitir as informações armazenadas, eles são conhecidos como identificação de radiofreqüência (RFID).

De acordo com os principais fabricantes, os microchips usados em identificação e recuperação de animais de estimação são programados para armazenar um número de identificação único e permanente. O chip e uma antena são selados em uma cápsula biocompatível, hermética, feita de vidro. O mecanismo inteiro pode variar de tamanho, indo de menos de 1 cm até quase 3 cm de comprimento. O microchip médio tem aproximadamente o tamanho de um grão de arroz. O próprio dispositivo não contém nenhuma bateria, e seu circuito eletrônico é ativado somente quando ele está sendo monitorado.

O método de implantar o microchip é muito parecido com a aplicação de uma vacina. Um aplicador esterilizado é usado para injetar o microchip bem abaixo da pele na parte de trás do pescoço do cão, entre as omoplatas. Para evitar a migração (movimento do local do implante original), uma empresa usa uma cobertura patenteada para promover a união entre o tecido fibroso e a cápsula do microchip.

Depois que o microchip é implantado com sucesso, ele pode ser "lido" usando-se um dispositivo de varredura (scanner). O scanner emite um sinal de rádio de baixa freqüência, ativando o microchip. O microchip então envia um número de identificação único de volta ao scanner. Após a decodificação das informações, o scanner exibe o número em seu display de LCD. O número é então inserido em um banco de dados, juntamente com as informações de contato apropriadas. Programas como o American Kennel Club (AKC) Companion Animal Recovery (CAR) (Recuperação de Animais de Companhia do Kennel Clube Americano) mantêm bancos de dados mundiais para que possam ajudar a devolver animais de estimações perdidos a suas famílias. De acordo com o programa CAR, do Kennel Clube Americano, mais de 900 mil animais de estimação e animais de companhia foram registrados em seus bancos de dados, o que inclui animais tatuados, e quase 50 mil animais de estimação foram devolvidos a suas famílias.


Identificação por Microchip

Fonte: Ferrari

Uma das piores coisas que pode acontecer a alguém é perder seu animalzinho. Pensando nisso, muitas pessoas recorrem a recursos como medalhas de identificação ou coleiras gravadas para evitar que o animal se perca. No entanto, esses itens podem ser facilmente perdidos ou até mesmo removidos por má fé. Felizmente, chegou ao Brasil um sistema de identificação permanente: O microchip. Um microchip de dimensões insignificantes, do tamanho de um grão de arroz (Exatamente 12X2 mm), é implantado sob a pele de seu cão ou gato num procedimento tão simples quanto uma vacina ou injeção. Por isso esse procedimento é conhecido como "a vacina que previne perda ou roubo". Cada microchip vem com uma numeração única em todo mundo através da qual seu amigão é cadastrado num banco de dados. Se o cão ou gato se perder o chip poderá ser lido através de um leitor e acessando o banco de dados e inserindo a seqüência de números pode-se facilmente localizar e contactar o proprietário.

Quando os animais se perdem, o banco de dados é informado e insere o animal no boletim de animais perdidos de seu jornal informativo que é enviado a clínicas conveniadas, ao centro de controle de zoonoses e fica disponível na internet. Esse aviso pode ser feito por telefone através de ligação gratuita ou pela internet sem custo adicional. Isso garante que suas informações permaneçam confidenciais e só sejam acessadas em caso de roubo ou perda de seu animal por pessoas autorizadas e apenas para que se possam entrar em contato com você quando seu animal for recuperado.

O sistema de identificação por microchip é também uma poderosa arma na campanha de posse reponsável já que se alguém abandonar um animal será fácil rastrear quem foi.


1. O que é um microchip?

Microchip é um minúsculo chip de computador que vem pré-programado com uma seqüência de números. Ele é envolvido por um cápsula feita de um material chamado biovidro, que além de resistente não causa danos à saúde do animalzinho. Todo conjunto tem o tamanho equivalente a um grão de arroz com 12X2 mm.

microchip

2. Como um microchip funciona?

Um aparelho, leitor de transponder, é aproximado da pele do animal e envia um sinal de rádio através da pele do animal que atinge o microchip. Esse sinal é então captado pela antena no interior da cápsula e o microchip envia como resposta uma seqüência de números que aparece então no visor do leitor. São os números pelos quais seu animal foi cadastrado no banco de dados.
Durante esse processo de leitora o animal não sente absolutamente nada.


3. Como é o procedimento para implantar o microchip?

O local para implantar o microchip em cães e gatos é a região entre as escápulas na linha média dorso-cranial, ou seja na região média da base do pescoço. Na Europa é comum fazer a implantação no lado esquerdo do pescoço. O procedimento é similar a uma injeção. O chip é implantado através de um aplicador que lembra bastante uma seringa no tecido subcutâneo profundo, ou seja, sob a pele. De forma geral, o animal vai reagir ao implante do microchip da mesma maneira que ele faz quando toma uma vacina. Assim, o procedimento dispensa a necessidade de sedação.

implantacao

4. Se eu perder meu animal como faço para tê-lo de volta?

Os veterinários integrantes da rede, assim como o centro de zoonoses, possuem uma leitora para identificar corretamente qualquer animal encontrado na rua, ou aqueles que foram roubados. Isso é possível porque o número do microchip é único e segue as regras do "International Comitte for Animal Recording". Nessa seqüência, os três primeiros números permitem identificar a empresa a qual o animal é cadastrado, facilitando o contato com o banco de dados. Quando o animal é dado com perdido ou roubado a empresa é alertada e inclui seu animalzinho no boletim que é divulgado para a rede conveniada e na internet. Ao ler o chip do animal e inserir a seqüência de números dele no banco de dados você será localizado e poderá reencontrar seu bicho de estimação.

5. Qual a validade de um microchip?

O microchip dispensa qualquer fonte de energia como baterias e qualquer manutenção. É produzido para uma vida útil de mais de 25 anos e tem garantia por toda vida do cão ou gato. Após implantado o chip não requer nenhum cuidado especial.

6. Meu animal pode ter alergia ao microchip?

O microchip é feito de um material inerte e biocompatível. É o mesmo material usado no revestimento de marca passos. Não há praticamente possibilidade alguma do corpo do animal desenvolver alergia ou rejeição após o implante.

7. Depois de inserido o microchip não vai sair do lugar?

A cápsula do microchip é anti-migratória. Além disso, depois de devidamente implantado, uma pequena camada de tecido envolve o microchip evitando sua migração. No raros casos quando há migração ela não excede alguns centímetros.

8. A partir de que idade posso identificar meu animal por microchip?

Recomenda-se que a identificação por microchip seja feita a partir de seis semanas de idade. Especificamente, a partir da quinta semana de idade para os cães de grande porte, seis ou sete semanas de idade para cães de porte médio e a partir da oitava semana de idade para cães de pequeno porte e gatos.

9. Meu cão é de uma raça muito pequena. Posso indentificar por microchip?

Sim. Vale a pena ressaltar que o mesmo tamanho de chip e aplicador é utilizado para animais de porte bem menor que cães e gatos como pássaros. Assim, qualquer que seja o porte do animal ele pode e deve ser indentificado a partir das 6 semanas.

Bon Voyage

Agora que os meus exames estão bem os meus Pais querem me levar pra viajar com eles no final do ano, e a Mamãe já começou a enlouquecer quando viu a quantidade de tramites.... hum... será que eu vou dessa vez? Para que eu possa viajar é necessário providenciar documentação e consultar a companhia aérea, pois cada uma tem suas próprias regras e critérios, ir ao consulado... vejam os artigos que ela já separou:

CÃES E GATOS

Atestado de vacina anti-rábica (mais de 5 meses de idade) deve conter o nome do laboratório produtor da vacina, o tipo de vacina utilizada e a partida da vacina, pode ser obtido em laboratório ou clínica particular. A vacina deve ser aplicada há mais de 30 dias e menos de um ano do embarque, e o atestado de saúde tirado no máximo 8 dias do embarque. De posse dos documentos obter o Certificado Zoossanitário Internacional ou Nacional.

PASSO A PASSO NO RIO DE JANEIRO:

Ø TRÂNSITO INTERESTADUL E ESTADUAL: GTA (Guia de Trânsito Animal), emitido por Médicos Veterinários particulares, credenciados pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento. A listagem destes médicos encontra-se no VIGIAGRO (Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro). Para sua emissão é necessário:

1. Exame do animal pelo Médico Veterinário credenciado, que emitirá o documento;

2. Apresentação do comprovante de vacinação anti-rábica (obrigatória para animais com mais de 3 meses de idade. A vacina tem de ter sido aplicada há mais de 20 dias e menos de 1 ano), assinado por Médico Veterinário. Dados obrigatórios do comprovante de vacinação: etiqueta da vacina constando o laboratório produtor, o tipo e o número da partida.

3. Validade do GTA: 03 (três) dias para todo o território nacional.


Ø TRÂNSITO INTERNACIONAL: CZI (Certificado Zoossanitário Internacional) - Emitido pelo Ministério da Agricultura, gratuitamente, no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, no horário de 08h às 17h, de 2ª à 6ª, na sala 1019 - 1º and. - Setor Verde - Desembarque Doméstico. Para sua emissão, é preciso:

  1. Atestado de Saúde, emitido por Médico Veterinário, com no máximo (03) dias de antecedência da data de emissão do CZI.
  2. Apresentação do comprovante de vacinação anti-rábica (obrigatória para animais com mais de 3 meses de idade e ter sido aplicada há mais de 20 dias e menos de 1 ano), assinado por Médico Veterinário. Dados obrigatórios do comprovante de vacinação: etiqueta da vacina constando o laboratório produtor, o tipo e o número da partida.
  3. Validade CZI: 10 (dez) dias para embarque internacional.
  4. IMPORTANTE: Verificar se o país de destino exige liberação de embarque de animais mediante autorização no consulado. (Ex. Argentina).
  5. Os documentos exigidos para o trânsito internacional deverão ser apresentados junto com o animal aos médicos veterinários do ministério da agricultura para vistoria e posterior emissão de termo de liberação para a alfândega.
  6. Na falta de qualquer um dos documentos exigidos para o trânsito internacional, o animal será devolvido à origem sob responsabilidade da companhia aérea transportadora.

Animais precisam de "passaporte"

Fonte: Folha Online
O QUE VOCÊ PRECISA SABER

1. Informe-se no consulado do país que ver visitar sobre quais são os documentos necessários.

2. Ao pegar as informações, informe a raça e a espécie do animal. A legislação varia bastante.

3. Procure consultar o Ministério da Agricultura e o órgão responsável pela fiscalização ecológica do país.

O QUE O BRASIL EXIGE DOS ANIMAIS ESTRANGEIROS

1. Certificado de que o animal não sofre de raiva.

2. Guia do GTA (guia de transporte animal), fornecido pelo Ministério da Agricultura do país de origem.

3. Atestado que o animal não tem doença infectocontagiosa.

4. Aprovação de todos os documentos pelo consulado.

5. Autorização prévia do Ministério da Agricultura e do Ibama para o embarque.

6. Verificar se o animal é classificado como selvagem pelo Ibama. Se sim, não pode entrar no país.

COMO VIAJAR COM O ANIMAL DENTRO DO BRASIL

1. Tenha a Guia de Transporte Animal (GTA)para os animais domésticos. A guia tem validade de sete dias, para apenas um sentido da viagem.

2. O animal deve viajar dentro derecipiente adequado a seu tipo e tamanho, à prova de fuga ou vazamentos. Fêmeas em período de gestação não podem viajar de aviao.

3. Faça reserva para o animal com no mínimo 48 horas de antecedência.

4. No embarque tenha em mãos um atestado de sanidade animal, fornecido pela Secretaria Estadual de Agricultura, por algum posto do Departamento de Defesa Animal, ou pelo veterinário.

5. Apresente o comprovante de vacinação anti-rábica para animais com idade acima de quatro meses, com o nome do laboratório produtor e número de partida da vacina. A vacina deve ter sido aplicada num período mínimo de 30 dias e máximo de um ano, antes da viagem.

6. Normalmente, os animais são transportados no compartimento de cargas. Podem viajar na cabina em casos muito especiais e com pagamento de taxa suplementar. As exceções valem para cães treinados acomopanhando deficientes visuais, por exemplo.

7. As companhias aéreas exigem que o animal tome um calmente quando viajar na cabina. O passageiro tem que apresentar a receiba veterinária, com a dose de tranquilizante e o horário em que ele deve ser aplicado.



Vai viajar para o exterior? É muito fácil levar seu melhor amigo, ele mesmo, seu bichinho de estimação.

Fonte:
Animalltag
Saiba como proceder se vai viajar e gostaria de levar seu amiguinho junto com você.


Siga os procedimentos abaixo:


Consulte o médico veterinário de seu bichinho e solicite um Atestado de Saúde datado para o seu amiguinho, contendo nome, raça, idade, sexo, pelagem e os dados do dono do animal. IMPORTANTE: esse atestado é válido por 3 dias!


Verifique se a carteirinha de vacinação está dentro do prazo de validade de um ano. Se seu animal tiver mais de 3 meses de vida, a vacina anti-rábica deve ter sido aplicada há mais de 30 dias.


Agende uma consulta com um médico veterinário do Ministério da Agricultura, disponível nos aeroportos ou em uma das sedes do Ministério, para que ele emita gratuitamente um Certificado Zoosanitário Internacional (CZI). Na data agendada, você deve comparecer com seu animal, portando o atestado de saúde emitido pelo seu veterinário. IMPORTANTE: o CZI é válido por 8 dias após sua emissão, para o embarque.


Confira com a companhia aérea escolhida o procedimento para o transporte do seu amigo.


Nos casos de viagens internacionais, a primeira providência a ser tomada é procurar a embaixada do país de destino, pois cada um possui legislação própria. No caso dos países pertencentes à União Européia, além dos documentos convencionais (carteira de vacinação, atestado de saúde e CZI) , é necessário que o animal possua um microchip, cuja empresa fornecedora tenha certificação da ISO, pois somente estes microchips poderão ser lidos pelos mais diversos leitores disponíveis no mercado mundial.


•Agora podemos realizar o exame de sorologia nos animais de estimação e companhia (cães e gatos) no Brasil. O Instituto Pasteur é o único laboratório no Brasil credenciado para realizar a sorologia dos animais, para dosar o titulo de anticorpos anti-rábicos para que esses animais possam viajar para paises da comunidade européia. Favor consultar o site do Instituto Pasteur, se necessitar de maiores esclarecimentos favor entrar em contato via telefone, (0XX - 11) - 3288-0088.


http://www.pasteur.saude.sp.gov.br/anticorpos/soro_animal.htm


O transponder (microchip) mede 12 mm x 2 mm e é encapsulado em vidro biocompatível (bioglass) e camada antimigratória (parylene). Sua aplicação deve ser feita por um médico veterinário capacitado, através de uma seringa, sem necessidade de anestesia. Os microchips não causam nenhum tipo de rejeição, pois o revestimento de bioglass (mesmo material do marca-passo humano) será encapsulado em seu subcutâneo.


Todos estes procedimentos demandam alguns dias para serem liberados, por isso se você tem viagem marcada, seja ela nacional ou internacional, e não quer ficar longe do seu pet, procure se organizar com pelo menos três meses de antecedência e bon Voyage!




Passaporte para Animais domésticos

Fonte: Eurocid

Modelo Europeu

Obrigatório para qualquer animal doméstico que viaje na União Europeia

Passaporte para Animais Domésticos

O Passaporte para animais de estimação, ou de companhia, é obrigatório, segundo o Regulamento (CE) n.º 998/2003, para qualquer animal doméstico que viaje na União Europeia desde o dia 1 de Outubro de 2004.

Este documento é emitido pelos veterinários e obedece a um formato comunitário incluído na Decisão 2003/803/CE, e derrogada pela Decisão 2004/301/CE.

Apresentação

O passaporte apresenta-se como um documento de cor azul, com as estrelas da União em amarelo. Para além de conter a informação relativa ao animal na língua oficial do respectivo Estado–Membro, está também disponível em inglês.

O documento deve apresentar, além de toda a identificação do animal, o registo actualizado da vacina contra a raiva. A entrada de animais com idade inferior a três meses está sujeita a condições determinadas pelas autoridades de cada Estado-Membro.

Excepções

No entanto, para destinos como o Reino Unido, Malta, República da Irlanda e Suécia e até Julho de 2008, a legislação prevê, em acréscimo à vacinação, um teste comprovativo da eficácia da vacina, devidamente certificado por um laboratório acreditado e a identificação por micropastilha (microchip).

Para os animais que viajem para países como a República da Irlanda, Reino Unido e Malta é ainda exigido o tratamento contra carraças e ténia (equinococose), sendo o tratamento contra esta última doença também obrigatório na Suécia e Finlândia.

Identificação electrónica

Os animais devem estar identificados através de um sistema de identificação electrónica (microchip) ou por meio de uma tatuagem. A partir do dia 3 de Julho de 2011, o uso do chip será obrigatório para todos os animais domésticos que viajem na União Europeia, deixando de ser aceite enquanto identificação o método da tatuagem.

Nota

Importa ainda referir que o transporte de um número superior a cinco animais é considerado para fins comerciais e, como tal obedece a critérios distintos dos de circulação para fins não comerciais.


Temas consulares
Trámites consulares
Fonte: Embajada de la República Argentina
Requisitos para el ingreso de animales dométicos
Los requisitos a cumplimentar para el ingreso a la República de perros y gatos son los siguientes:
  1. Información completa del propietario
    • apellido y nombre
    • país de origen y/o procedencia
    • países de tránsito (si los hubiera)
    • domicilio
  2. Información del animal
    • raza -sexo
    • fecha de nacimiento -tamaño
    • peso -pelaje
    • señas particulares
  3. Certificado de vacunación antirrábica para animales mayores a 3 meses de edad.
    En el caso de animales menores a 3 meses o que procedan de un país donde la vacunación antirrábica esté prohibida se deberá hacer constar esta circunstancia en el certificado emitido por la autoridad sanitaria oficial.
    En el caso que el país de origen sea libre de rabia y esté prohibida la vacunación, quedará exceptuado de la misma debiendo dejar constancia de dicha situación en el Certificado Sanitario.
  4. Certificado Zoosanitario emitido por la autoridad sanitaria oficial del país de procedencia donde deberá constar la siguiente información:
    • que el animal o los animales con anterioridad al embarque no presenten signos de enfermedades infecto-contagiosas o parasitarias propias de la especie.
    • si el animal proviene de países que declaran oficialmente ante la Oficina Internacional de Episotias (O.I.E.) la presencia en su territorio de peste equina africana y/o fiebre del valle del riff, deberá incluir ademas la siguiente certificación:
      1. que en el lugar de procedencia y en un radio de cincuenta (50) kilómetros del mismo, no se han registrado casos en últimos 12 meses, de las enfermedades anteriormente citadas.
      2. que el o los animales no se han trasladado durante este período a regiones afectadas por estas enfermedades
  5. Cuarentena: los animales que cumplan con los requisitos antes mencionados no realizarán cuarentena de importación; en el caso de sospechas de enfermedades infecto-contagiosas, zoonoticas o de alto riesgo, el SENASA arbitrará los medios que aseguren su aislamiento y medidas sanitarias correspondientes. Sobre el ingreso de otras especies de animales domésticos, se debe consultar en cada caso en particular al SENASA al teléfono (54-11) 4345-4112/4110.
Asimismo, para mayor información se sugiere ingresar a::
Certificar caninos y felinos para viajar al exterior (SENASA)
Delegaciones Técnicas del Interior y Capital Federal (SENASA)
Direcciones e-mail del SENASA