Colaboradores

A minha História

Este blog foi criado em setembro de 2007, aproximadamente um ano e meio após meus pais me resgatarem, quando eu tinha um ano, graças a denuncia do zelador do antigo prédio em que eu morava. A minha mãe não sabia como eu era ou estava, o que ela queria era acabar com o meu sofrimento, e meu pai a apoiou . Eu tinha muitos traumas, e a minha saúde estava péssima, mas com paciência, carinho e amor eles reverteram o cenário.

Quando tudo já estava “tranquilo” em nosso novo apartamento adaptado para mim, chegou a minha irmã Pantera Negra, que foi encontrada vagando pelas ruas com aproximadamente dois anos de idade, e tivemos que mudar mais uma vez. Suas condições de saúde também eram péssimas, mas também revertemos este quadro, e com o passar do tempo descobrimos que possuía duas doenças genéticas.

Além de conhecer estas histórias vocês terão outras trocas de experiência baseadas nas nossas vivências, as vezes boas, as vezes não, e informações sobre o mundo canino aqui. Boa leitura!

Maximiliano Neves Roig

domingo, 26 de outubro de 2008

Nosso GRANDE encontro foi MIL


























































O encontro foi tudo de bom. A Mamãe ficava com um sorriso de boba o tempo todo, e o Papai com o olhar vidrado, enquanto a profa Teca e o prof Flavio nos guiavam.

A Vovó Marlene, o Vovô Maurilio e a Tia Regina também foram ver o nosso encontro. Eles ficaram sentados observando a babação dos nossos Pais e os micos que eles pagaram. Foi tudo muito legal.

Agora teremos que fazer mais alguns encontros desse tipo até que possamos ficar juntos no apartamento em harmonia completa, como uma verdadeira matilha deve ser.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Nosso primeiro grande encontro REAL e outras coisas mais



No próximo domingo, se não chover, será dia de eleição e tb do meu grande encontro com a minha irmã, no ParCÃO do Grajaú. A professora Teca escolheu lá porque é mais vazio que na Lagoa, tb vai ter a apresença de outro adestrador comportamentalista: o Flávio. Ainda não conhecemos ele, mas faz o estilo da professora Teca e vai ajudar no nosso encontro. Eu já percebi que a Mamãe tá tensa, ela tenta disfarçar, mas num tá conseguindo muito, mas eu sei que tudo vai ficar legal, porém ela vai ter que relaxar ou o bicho vai pegar (risos).

A minha mana tb teve muito ruim, meus Pais mudaram ela de hospedagem, pois ela não estava sendo bem tratada na outra, mas o pior foi que omitiram o estado de saúde dela. Pra sorte da minha mana eles perceberam a tempo, intervieram e puderam iniciar os tratamentos antes que algo pior acontecesse com ela. A Mamãe chorava muito todas as vezes que o Papai não estava perto, pra ele não sofrer ainda mais, e eu ficava lambendo as lágrimas dela, sem entender muito bem o que tava acontecendo.

Hospedagem é algo muito sério. Somente pessoas com esperiência comprovada no ramo, dedicação, comprometimento e altruismo a causa animal podem começar a pensar a desenvolver algo nesse ramo. Existem muitos oportunistas que se dizem amantes do mundo animal, mas que na verdade só querem $$ engordar a receita financeira $$ e acham que teto, água e ração são suficientes para um animal.

MUITO CUIDADO ao colocarem seus filhos em hospedagens, procurem sempre indicações, e NUNCA acreditem somente no que o dono da hospedagem falar para vocês, obeservem tudo ao redor, odores, higiene do local onde seu filho dorme e brinca, e os outros que não estão recebendo visitas também, condicionamento da comida, qualidade da água, segurança do local (em todos os sentidos), e principalmente se existe controle 24 horas do local, pois fatalidades acontecem a qualquer hora, e façam visitas SEMPRE, pois é assim que se pega o pulo do gato.

DICAS: Fique em ALERTA com as hospedagens "baratinhas", pois o "baratinho" pode acabar saindo muito caro para a saúde fisica/mental/emocional, ou mesmo a vida, do seu filho. Assim como nem sempre o que é caro é o melhor. Considere sempre a fórmula custo X beneficio, onde o beneficio é o bem estar do seu filho e a sua tranquilidade, e não esqueça de coletar indicações, e observar tudo ao redor na hospedagem.



AGOSTO.2006
Cartilha do Parcão

Fonte: Clube do Totó

Agradecemos a todos os amigos que colaboraram com suas idéias para as emendas da cartilha do Parcão, que terá sua divulgação interna dentro do nosso espaço.

Regras do bom uso do PARCÃO:

1) Obrigatória a coleta de fezes.
2) Proibido cães desacompanhados.
3) Os cães deverão estar sempre com coleira.
4) Fazer uso correto do portão de entrada, abrindo um por vez e observar se estão devidamente fechados.
5) Proibido o acesso de cães por cima da cerca do alambrado.
6) Todo o cão que promover confusão, morder, brigar e provocar qualquer ocorrência deverá ficar na guia imediatamente ou até dependendo da gravidade da ocorrência ou reincidência, será convidado a se retirar naquele momento do parcão.
7) Vacina em dia comprovada por documento de um médico veterinário.
8) Proibida a entrada de cadelas durante o "cio".
9) O condutor responsável deverá estar sempre por perto do seu cão, com olhar dentro do seu raio de ação a fim de evitarem inconvenientes e procurar interceder no momento em que seu cão estiver molestando, montando, rosnando, arrepiado para ataque a outros cães. Não havendo controle do condutor o mesmo será solicitado para que ponha a guia em seu animal ou até mesmo dependendo da situação convidado a se retirar naquele momento do parcão.
10) Fica proibida, dentro da área do parcão, a alimentação dos cães sendo: ração, snacks e outros. Evitando assim disputas e confrontos, por comida.

domingo, 5 de outubro de 2008

Vídeos maneiros

Olha só os vídeos que a Tia Ana Paula mandou pra minha Mãe...

Super fuga




Hora da naninha




Resgate na piscina




Soluções para o dia a dia

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Vamos comprar um carro... vcs nos ajudam?

A chegada da minha Irmã está revolucionando a nossa casa. Nós nunca tivemos um carro, meu Pais usavam/usam os meios de transportes públicos como metrô, por exemplo, e qdo precisávamos nos deslocar juntos, para um local muito longe, pedíamos um taxi, ou alugávamos um carro, o que saísse mais em conta.

Mas tudo está mudando com a chegada da minha irmã, nossa família agora é composta por dois canídeos e dois humanos, e a maninha é grande. Então meus país decidiram comprar um carro que atendesse o perfil da nossa família, e cada um falou o que queria. Bom, na verdade eu só fiquei ouvindo.

A Mamãe disse que não quer um carro cuja montadora tenha matriz norte americana, pois ela não concorda com a politica que aplicam nas subsidiarias em países em desenvolvimento como nós, também deve ser flex, por causa do meio ambiente, e usado, pois as pessoas desperdiçam bens que ainda estão aptos para consumo, além do aspecto econômico, e seguro para toda a família. Para o Papai ele deve ser confortável para dirigir, espaçoso, com pouca quilometragem pra não ter problemas, com direção hidraulica, e com todas as revisões em dia. Ambos concordam que o carro deve ser discreto, simples, montado no Brasil, e com peças fáceis de serem encontradas, com um seguro “pagavel”, e uma mala grande.

Sobraram duas opções a Parati, da VW, e o Weekend, da Fiat. O que vcs acham que vai ser?

Hmmm... se vcs tiverem algum carro para vender com essas características, ou conhecerem alguém, aqui no Rio, mandem para os meus Pais as dicas ou propostas! Eles decidiram IR A CAÇA este sábado. Eu e a minha irmã agradecemos a ajuda de vcs.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Carteirinha revogada

A minha carteirinha do Clube da Tração Patas 4X4 foi revogada, depois que o Alexandre, (21)9290-2085 (o telefone mudou para 9719-6347), criou sob encomenda um coleira com loop em seda (fibra), com argolas sem emendas e material todo profissional, acabou a minha carreira de 4x4. Não consigo mais rebocar nem a Mamãe e nem o Papai por Botafogo. Agora eles querem que ele faça uma halti especial pra minha irmã.

- Loop: peitoral modificado que gera desconforto quando tracionada a guia. Os peitorais em geral estimulam o cão a puxar, gerando o efeito cabo de guerra .
- Halti: Coleira de cabeça, quando o cão puxa a guia a cabeça vira automaticamente fazendo-o parar sem machucar, ao ser tracionada regula a abertura da boca do cão.
Referência: ROSSI, Alexandre. Adestramento Inteligente. CMS Editora, 13 ed., São Paulo, 2006.

POR FAVOR, MAMÃE, PARE DE LER ESTES LIVROS E VER ESTES PROGRAMAS,
QUER DIZER, NÃO SEI... CONTINUE... ACHO ATÉ QUE EU ESTOU GOSTANDO DE SER ENTENDIDO COMO CÃO E A MINHA IRMÃ TAMBÉM

domingo, 28 de setembro de 2008

Polêmica na família




Meus Avós maternos e o meu Tio acham que a minha irmã deve ter o seu próprio blog, mas não sei, a nossa comunidade é muito exigente... uma teclada errada e ela pode queimar toda a classe canina na rede.










sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Mais um programa que a Mamãe tá "se ligando"

"O Encantador de Cães, esta série acompanha o especialista em comportamento animal, César Millan, e mostra como ele trabalha com os animais e seus donos. O Sr. Millan descreve seu trabalho como "reabilitação de cães" e ensina os donos a procurar um equilíbrio no relacionamento com seus animais." Canal: Animal Planet - Sábado 20h, Domingo 22h.


quinta-feira, 25 de setembro de 2008

A jiripoca num vai piar, já tá piando por aqui

Tá todo mundo sendo adestrado: eu, a minha irmã Pantera e principalmente a Mamãe. Acabaram-se as mordomias de todos, e olha que começamos ontem! Só o Papai se livrou, porque tá viajando a trabalho, mas ele chega essa semana e acaba a molezinha dele tb.


A professora Teca num brinca em serviço e botou logo a Mamãe em observação e pra estudar. Entre eu e a minha irmã eu sou o mais contaminado, afinal, tenho mais tempo de matilha/família, né? Mamãe já tá mudando até o meu peitoral, ela encomendou um chamado “peitoral americano”, próprio pra galerinha do clube tração 4X4 nas patas que eu sou sócio, e com um material que não danifica a minha pelagem.

Até a Tia Tati tá sendo adestrada, veio as aulas e tb entrou na dança, digo, linha, quem se deu bem foi a Tia Barbara que não chegou a tempo.


jurupoca. [Do tupi vu'ru, 'boca', + 'poka, ger. de pog 'arrebentar'.] S.f. Bras. Peixe teleósteo, siluriforme, da família dos pimelodídeos (Hemisorubin platyrhynchos (Val.)), com ampla distribuição no Brasil, de coloração geral escura, com manchas amareladas, comprimento de até 45 cm, boca com prognatismo acentuado, e cabeça pequena em relação ao corpo. [Var.: jerupoca, jiripoca; sin. Jurupensém.] in Novo Dicionário da Língua Portuguesa - Aurélio Buarque de Holanda Ferreira.

domingo, 21 de setembro de 2008

Homenagem ao país natal do meu Pai

Argentina, Buenos Aires de los Perros
Colaboração: Ana

O bicho pegou pra mim e pra minha irmã

A Mamãe já contratou uma adestradora comportamentalista e começa quarta-feira com a minha irmã ! Ferrou, depois eu vou entrar na dança tb!!!

sábado, 20 de setembro de 2008

Eu e minha irmã estamos perdidos... humpf

Antes a Mamãe assistia e comentava com o Papai sobre os programas, mas agora ela decidiu que seremos educadeeeeeeeeeeeeeeeeerimos e vai colocar em pratica comigo e com a minha irmã.

POR FAVOR, Mamãe fique apenas nos brinquedos de pelucia que nós dois amamos.



Ou eu ou o cachorro”, a adestradora Victoria Stilwell ensina como recuperar cachorros desobedientes, agressivos, hiperativos ou com qualquer outro problema de comportamento. Canal GNT - Ter. 21h, Qua. 5h30min, Sáb. 19h, Dom. 7h30min.



Victoria Stilwell
Victoria is one of the world's most recognized and respected dog trainers. By serving as a judge in CBS's 'Greatest American Dog' and as the host of the international smash-hit TV show "It's Me or the Dog" (airing in the US on Animal Planet), Victoria has been able to share her insight and passion for positive, reward-based dog training with an ever-broadening audience. Central to her philosophy is the idea that to communicate effectively with your dog, you must learn to Think Dog. Here you can find out more about Victoria, her training methods, and her best-selling books - 'It's Me or the Dog: How to Have the Perfect Pet,' and 'Fat Dog Slim: How to Have a Healthy, Happy Pet,' published by Harper Collins and Hyperion.

Merda é merda, né?



A minha Mãe não se cansa, sempre que a turma da Comlurb do setor Parques e Jardins aparece (quando aparece) na praça que a gente frequenta na Praia de Botafogo, em frente ao Mourisco, ela toca sempre no mesmo assunto: "- O moço(a) manda o seu prefeito colocar umas placas aqui no parque mandando as pessoas pegarem o cocô dos seus cachorros, eu tenho cachorro e pego e a minha mão nunca quebra!", quem sabe um dia eles escutam a Mamãe. Bom, hoje não foi diferente.

Vamos combinar, nem cachorro gosta de pisar em merda!


AAAARG

sábado, 13 de setembro de 2008

Visitas a minha irmã


Ontem meus Pais visitaram Minha Irmã, e hoje minha Mãe foi com o Tio Libonati para ele fazer uma geral nela, ele achou ela linda. Legal, né?

Mas eu já estou com um pouquinho de ciúmes da minha Irmã, mesmo estando separado dela, pois sempre que a Mamãe chega com o cheiro da minha Irmã, eu a recebo na porta, cheiro, cheiro, cheiro, cheiro, mas não a beijo de imediato, como eu fazia antes, só depois que ela tira a roupa e toma banho que eu a beijo.

O Tio Libonati já avisou pra Mamãe que na hora de nos unir o irmão dele, o Tio Márcio, que é terapeuta de animais, deve nos acompanhar, mas a Mamãe já havia comentado com o Papai sobre isto.

comportamento animal

Fonte: Promove Saúde Animalhttp://ligiafascioni.files.wordpress.com/2007/05/dogwalk_25_inches.jpg

Muitos donos de cachorro não entendem porque seu animal de estimação tem certos comportamentos. Uns reclamam que os cães latem demais, enquanto outros não sabem porque os bichinhos não obedecem a uma ordem ou urinam no lugar errado.

Segundo o médico veterinário Dr. Márcio Esteves, especialista em Comportamento Animal, da clínica Promove Saúde Animal, o comportamento de um cachorro está diretamente ligado ao comportamento do seu dono. “Algumas atitudes inapropriadas do dono refletem diretamente no animal, fazendo com que o cão haja de acordo com o seu responsável. Essas atitudes descaracterizam o animal no seu comportamento natural. Às vezes por excesso de mimos e por negligência”, explica.

Para tentar solucionar esse problema, que não será resolvido com um adestramento do cão, foi criado um estudo do comportamento animal, que nada mais é do que uma psicologia canina. Porém, o dono do cachorro que é “adestrado”, para que possa entender melhor o seu mascote.

A consulta se resume em três etapas e dura em média 1h30. Em um primeiro momento, o cliente fala sobre seu comportamento e estilo de vida. Essa é a etapa crucial onde o médico veterinário identifica, através de uma programação neurolingüística, o mapa psicológico e emotivo do dono.

Em uma segunda etapa, o Dr. Márcio Esteves faz o diagnóstico dos problemas de relacionamento entre o cachorro e seus donos. “Nesta fase, fazemos uma análise do cliente. Falamos sobre suas atitudes e psicológico”, explica. “Isso acaba sendo uma terapia para a pessoa, porque ela reflete sobre seu comportamento e tenta melhorar seus pontos fracos para se relacionar melhor com seu cachorro e até mesmo no seu dia-a-dia”, completa o médico veterinário.

Na terceira fase da consulta, o veterinário faz um estudo do comportamento animal na natureza, adaptando o cão para a vida doméstica. Essa etapa é chamada de Etologia e serve como um caminho para que o dono aprenda a entender os sinais que o cachorro dá. Assim, melhorando o relacionamento homem x animal.

Segundo o Dr. Márcio Esteves, depois da consulta, muitos donos passam a entender mais seus cães e ambos mudam seu comportamento. “Mas alguns clientes não voltam para contar as mudanças, com medo de ouvir sobre seus defeitos novamente”, finaliza.




Fonte projeto pro-animal

Existe uma certa etiqueta entre cães. Cães saudáveis psiquicamente que nunca foram maltratados e foram criados com responsabilidade, obedecem esta etiqueta. Cães que foram criados no fundo do quintal sem a escolha certa dos pais, podem reagir de formas diferentes.

Se já tem um cão em casa, pode-se trazer um filhote. Cães com um bom comportamento jamais mordem filhotes. Os filhotes de até três ou quatro meses de idade têm um cheiro que sinaliza aos adultos "Deixem em paz esse nenê!" Juntar uma fêmea a um macho ou vice-versa normalmente não é complicado.

Juntar dois machos adultos ou duas fêmeas adultas pode exigir muita paciência, principalmente se o primeiro cão vive há muito tempo como o único na família. Geralmente apresentamos os cães uns aos outros num terreno neutro, onde nenhum dos dois deixou sua marca de urina antes (Estas marcas de urina podem transmitir muita força para o dono das marcas, mais do que uma torcida no futebol!). Inicialmente podemos deixá-los na guia, sem puxar. Se tudo parecer pacífico e não houver tráfego ou outros perigos por perto, podemos soltá-los. Deixamos os cães se apresentarem sem nossa interferência. Podemos caminhar um pouco.

O encontro de dois machos adultos segue um certo ritual. Se nenhum dos dois se acha mais fraco, eles vão se mostrar a "carteira de identidade", isto significa: levantar o rabo e deixar o outro cheirar. Às vezes os dois levantam o pêlo da nuca, começam a rosnar, mostram os dentes, andam bem devagar um ao redor do outro e, de repente, os dois rolam pelo chão com muito barulho. Na presença de um responsável a batalha barulhenta geralmente se prolonga, às vezes resultando em arranhões ou machucadinhos pouco graves.

Se um dos dois descobre que ele é mais fraco, ele se deita de costas e mostra sua garganta para o outro. O vencedor não pode morder mais!!! Isto é uma lei do instinto. Somente cachorros com probemas instintivos, malcriados, mordem num momento desses, ou então se um dos responsáveis perde o controle!!! Triste é a situação nas rinhas, onde os cães têm a obrigação de continuar a briga.

No caso de uma briga caseira, não adianta bater ou gritar. Se for possível, jogue um balde de água em cima dos guerreiros. Melhor é pegar os rabos deles (mais uma razão para deixar o rabo do filhote no seu lugar!) e puxar os animais para fora da batalha. Puxar somente um dos cães para fora, seria um sinal para o adversário de que o pobre puxado está fugindo. Um pecado mortal! Um cão "fugindo" vira presa de todos os outros que irão acabar com ele.

Briga - qual a finalidade?

Os lobos precisam de uma hierarquia muito rígida para sobreviver. Por isso os cães reconhecem somente seres vivos mais fortes ou mais fracos, não aceitam nada no seu próprio grau hierárquico. Cães não aceitam democracia, eles sabem somente obedecer ou mandar. Para definir quem fica em qual grau, eles brigam. Pode ser que, depois de uma briga, os poderes se definam. Mas se os cães ficarem mais ou menos com os mesmos poderes, a briga irá se repetir inúmeras vezes. Não importa somente a força física, como também a força psicológica. Um cãozinho de uma palma de mão pode dominar um cão de 70 kg.

Cães e gatos
Cães e gatos "falam línguas diferentes". Exemplo: O inocente ronrom do gato pode ser interpretado por um cão como um sinal de que o gato está rosnando. Cães e gatos podem aprender "línguas estrangeiras". Quanto mais cedo, mais fácil será. Felinos e caninos, criados juntos quando filhotes, quase nunca apresentam problemas no convívio. Animais velhos também podem pelo menos aprender a viver em paz. Entrou um Dogue Alemão bem velho em nossa casa onde viviam muitos gatos. No primeiro dia, quando ninguém observava, ele pegou um dos gatos e o feriu gravemente. Sacudi o assassino pela nuca e o xinguei para valer, nada mais. Dali para frente, os gatos passaram a brincar em frente à casinha dele. Não podemos chamá-los diretamente de amigos, mas os felinos não correm mais o risco de ser devorados.


Fonte: Vida & Arte
Levar uma “vida de cachorro” não é mais sinônimo de sofrimento. Pelo menos não para os cães. Isso porque a cada dia eles ganham mais mordomias e conforto. Além de uma infinidade de modelos em roupas, assessórios e brinquedos, os cuidados vão desde o tradicional banho e tosa, higiene bucal e patacuri (manicure para cães) à homeopatia, acupuntura, massagem, banho de ofurô, florais de Bach e fisioterapia (com direito a esteira, piscina e outras atividades). Essa última, em alguns casos, substitui uma intervenção cirúrgica e proporciona resultados mais rápidos na reabilitação. Junto com os tratamentos, os profissionais também ganham cada vez mais espaço. Se antigamente adestradores e veterinários eram os únicos a dar aquela atenção especial para os queridos bichinhos, hoje os cuidados incluem psicólogos, acupunturistas, fisioterapeutas e homeopatas. Tudo para garantir a beleza e tranqüilidade emocional do cãozinho. Os tratamentos que ajudam a acalmar os ânimos caninos, entre eles o banho de ofurô, já podem ser encontrados em pet shops de Rio Preto. As terapias são indicadas a todos os bichinhos, e ajudam em problemas como incontinência urinária, indisciplina, latidos excessivos, agressividade, possessividade e mania de destruição.

De acordo com Cláudia Pizzolatto, as doenças psicológicas ou que alteram o comportamento dos cães são cada vez mais comuns e podem ser desencadeadas com influência da família a qual pertence, principalmente se os cães ficarem muito tempo sozinhos. Doenças como estresse, ataque de ansiedade, compulsividade, violência e hiperatividade são cada vez mais comuns. “Assim como todo humano os cães também têm sentimentos. Eles ficam tristes, alegres, irritados e em alguns casos são agressivos e até depressivos. Essa alteração de comportamento pode ser percebida pela própria família porque os cães começam a se lamber demais, coçar, destruir coisas em casa, chorar e latir demasiadamente”, alerta a terapeuta canina. Mas o tratamento psicológico para eles está longe de passar pelo divã. “O terapeuta vai à casa do dono, observa o comportamento do animal e depois sugere mudanças no dia-a-dia da família para ajudar no tratamento. Criamos uma forma de comunicação entre a família e o cão com inserção de alguns brinquedos”, explica. A profissão de terapeuta de animais, ainda não é regulamentada no Brasil, é uma das que ganha cada vez mais espaço no leque de serviços para pets.